Lembre-se: chocolate faz mal pra cachorro

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Alguns temas merecem reforço periódico e aqui está um deles: o perigo do chocolate para os animais de estimação. Especialmente agora, com a chegada da Páscoa, não custa darmos novamente este alerta!
Saiba que não é raro ouvir relatos sobre animais intoxicados após o consumo – acidental ou não – da guloseima. O chocolate é, aliás, um dos maiores vilões dentre os alimentos tóxicos para cães e gatos. Quem explica é a médica veterinária da PremieRpet®, Keila Regina de Godoy. Saiba mais e fique atento!
Substância tóxica – O fígado dos cães e gatos não metaboliza direito uma substância presente no chocolate, chamada teobromina, que está relacionada com a quantidade de cacau. Quanto mais cacau, mais teobromina o produto contém e mais tóxico ele é.
Intensidade – Isso significa que os chocolates mais escuros e amargos, que contém maior percentual de cacau, são os mais tóxicos para os animais. No entanto, o chocolate ao leite e o chocolate branco também fazem mal e não devem ser oferecidos aos pets.
Efeitos – Como a teobromina age intensamente no organismo, pode ocorrer aumento de contrações musculares, excitação nervosa, micção em excesso, elevação da temperatura corporal, respiração acelerada, taquicardia, vômitos e diarreia. A gravidade do quadro varia de acordo com a quantidade ingerida.
Riscos – Apesar dos casos letais serem raros, existe alta incidência de indisposições gastrointestinais, especialmente em animais pequenos e jovens, devido à quantidade de toxina em relação ao peso do pet.  Além do risco de intoxicação e do mal-estar, o chocolate pode acarretar em outros males ao organismo do animal, como a obesidade e suas complicações.
Prevenção – É importante ficar atento e não deixar ovos e bombons em locais acessíveis a cães e gatos. Eles podem se sentir atraídos pelo cheiro, pela embalagem e “roubar” sem que os donos percebam. Também é fundamental não ceder aos olhares de súplica dos pets e orientar as crianças para que não ofereçam a guloseima. Em caso de ingestão acidental, o animal deve ser avaliado por um médico veterinário.
Em caso de ingestão acidental, o animal deve ser avaliado por um médico veterinário.

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